O “médico dos pobres”, incansável no auxílio aos que mais precisavam durante praticamente toda a sua vida, desapareceu há 41 anos, em fevereiro de 1980, aos 84. Recuando um século no tempo, o ainda estudante de Medicina Alcino Simões Lopes ajudou a combater a pneumónica, doença promovida ao estatuto de pandemia, que na Lousã e em todo o mundo ceifou demasiadas vidas.

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