Bruna Santa

Vivemos numa sociedade que está em constante comunicação com outras sociedades. A maioria de nós possui os meios necessários para explorar, descobrir e procurar saber mais sobre outras culturas e o que se está a passar na outra metade do globo. É imperativo não ser indiferente relativamente ao que conhecemos, quer através das pessoas nos nossos círculos sociais ou familiares, quer através de meios mais sofisticados e, talvez, mais eficazes.

Somos cidadãos do mundo na medida em que, perante as desigualdades, perante as injustiças e perante tiranias, não podemos ficar indiferentes. Mas também, devemos tentar estabelecer um espírito de entreajuda e de cooperação.

Portanto, ser cidadão do mundo implica estar atento, ser curioso, agir e ajudar. Vivemos numa sociedade na qual são várias as evidências de que ainda existe racismo, desrespeito pela integridade e, além disso , ignorância, mais do que seria desejável.

Apelo a que todos nós, naquilo em que podemos contribuir, combatamos estes problemas que, infelizmente, permanecem atuais, através do nosso espírito crítico , tão necessário nos dias que correm. Assistir às notícias, exprimir opiniões, valorizar os direitos humanos são apenas o começo daquilo que poderemos explorar em conjunto.

Entristece-me quando desvalorizam de imediato a reflexão, a procura de bons argumentos e se limitam a concordar com algo que, muitas das vezes, desconhecem por simples ignorância.

Concluindo, creio que todos podemos colaborar, enquanto cidadãos do mundo, para que consigamos evoluir e ter um mundo melhor.

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