Em março de 2020 as palavras “distanciamento” e “confinamento” ganharam um lugar de destaque no dia a dia as pessoas.

Desde cafés e restaurantes a grandes centros comerciais e pequenas lojas, todos viram as suas portas fechadas e, consequentemente, os seus rendimentos diminuírem.

Desde logo Olinda Simões, proprietária do pronto a vestir Esporão Modas, optou por começar a vender as suas peças através de vídeos em direto no Facebook.

“Com o início do primeiro confinamento, os comércios não prioritários, como o caso das lojas de roupa, foram bastante prejudicados porque fecharam as portas a 100%”, contou.

Leia a notícia completa na edição n.º1450 do Trevim

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