Uma mulher de 64 anos, residente em Fiscal, freguesia da Lousã e Vilarinho, testou positivo à Covid-19 e está atualmente em isolamento. Teve que recorrer a um serviço de táxi para ser testada num laboratório instalado na vila, depois de, segundo contou ao Trevim, ambas as corporações de bombeiros do concelho terem negado poder fazer o transporte.

Após o seu marido ter testado positivo à doença, obteve uma credencial do Centro de Saúde da Lousã para também fazer um teste, no entanto, por não ter carta de condução e se encontrar à data numa condição frágil de saúde, solicitou transporte quer aos Bombeiros Voluntários de Serpins quer aos Bombeiros Municipais da Lousã.

A corporação serpinense terá referido à doente não conseguir fazer o serviço naquele momento por falta de disponibilidade, conforme confirmou ao Trevim, o comandante Jorge Lima. O responsável explicou ainda que fazer este tipo de serviço exige atualmente maiores cuidados sanitários devido à Covid-19, como a desinfeção total dos veículos entre cada viagem, o que vem dificultar os trabalhos. 

Por sua vez, os Bombeiros Municipais da Lousã, afirmaram, não fazer transporte para testagem à doença, justificando a este jornal que “não se trata de um serviço emergente”.

Em alternativa, foram contactados os Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo que, apesar de terem maneira de efetuar o transporte, acabaram por recusar o serviço porque a visada não é residente naquele concelho.

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