Há cerca de duas semanas que não há álcool nem máscaras à venda na Farmácia Serrano. Segundo contou ao Trevim, Marina Leal, diretora técnica. Os poucos produtos para prevenção da propagação do vírus, não chegam para os funcionários.

“Estamos com poucas máscaras, pedimos luvas emprestadas ao centro médico, quanto ao álcool, tivemos que fazer diluição a 90% para 70% e há dificuldades no paracetamol”, esclareceu. A afluência ao estabelecimento tem sido “enorme e desmesurada”, verificando-se “mais do dobro do movimento”.

Leia a notícia na edição impressa do TREVIM N.º1427

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