Zurita Melo, bancária reformada é voluntária no Instituto Português de Oncologia e partilhou com o Trevim o desafio diário de prestar apoio a pessoas em estado avançado de doença e o refúgio que tem na Lousã há 21 anos.

TREVIM : Como surge a vontade de ser voluntária num hospital?

ZURITA MELO: O voluntariado hospitalar aparece na minha vida a par com a reforma da vida profissional. Não só para continuar a dar utilidade à minha vida como acima de tudo para completar a minha cidadania afetiva.

Leia a entrevista completa na edição impressa do TREVIM N.º1411

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