Caldas da Rainha, 24 – R.C. Lousã, 26

Na deslocação às Caldas da Rainha, os treinadores do RCL, Lucho Guardiola e Ricardo Rodrigues aproveitaram para fazer descansar e recuperar seis atletas normalmente titulares.

O jogo tornou-se, por isso, bastante difícil, mas mesmo assim os lousanenses conseguiram chegar ao intervalo a vencer por “23-0”.

Adormecidos com o resultado e pensando que eram “favas contadas”, esqueceram-se que o rugby é um desporto de combate, onde não chega fecharem-se à frente dos postes e da linha de meta (que  tem 70 metros de largura) esperando que o tempo passe.

Não foi assim de estranhar que a dois minutos do final, os caldenses passassem para a frente do marcador (24-23) e já depois da Lousã ter marcado uma penalidade (23-26), tenham perdido duas penalidades, em período de compensação, que lhes dariam uma vitória.

 

R.C. Lousã, 28 – CR Arcos de Valdevez, 20

Um derby que já não se realizava há três temporadas veio mostrar como as equipas das vilas pequenas se transformam animicamente e conseguem ultrapassar dificuldades. Com os Arcos de Valdevez já afastados do título e que esta época já tinham sido derrotados para o campeonato em Arcos pensava-se que seria um jogo fácil, até porque a equipa da Lousã estava a jogar completa.

Falhando nos primeiros seis minutos duas penalidades fáceis, os lousanenses começaram a partir daí a cometer erros individuais de palmatória, permitindo aos minhotos não só manterem o jogo no meio campo lousanense, como chegarem aos “25-20” nos  30 minutos iniciais. Um ensaio da Lousã aos 32 minutos fez com que o resultado ao intervalo fosse de “12-20”.

 

Continua na edição impressa do Trevim n.º 1400

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