José Oliveira Redondo

Rugby Club da Lousã, 20 – Benfica, 13

RCL: João Simões, José Caetano e Vance Elliott; Bruno Pinheiro e Tiago Roque; Ricardo Reis (cap), Samuel Lourenço e Esdale Litz; António Correia e Luke McMahon; Kostadin Debrenliev, Smilko Debrenliev, Fábio Marques e Aaron Martin; Steven Komene. Jogaram ainda: Paulo Marques, António Rafael, Fábio A. Marques, Diogo Forte, José Lopes, Pierre Ebah, Rui Erse e Marco Batista 

Com a bancada repleta de público, quem assistiu ao encontro deu por bem empregue o tempo despendido. Os lousanenses já tinham batido os lisboetas na primeira volta por “25-13”. Contudo, depois de terem sofrido a primeira derrota do campeonato no sábado anterior em Évora (28-3), este jogo apresentava-se muito importante para a reposição dos níveis de confiança.

Entrando a todo o “gás”, os primeiros minutos foram de total domínio para os locais, tendo concretizado aos 10 minutos, com um bom ensaio que, transformado, colocou o resultado em “7-0”.  A partir daí, o jogo foi-se repartindo pelos dois meios campos com uma nítida superioridade lousanense a nível de “melés” que eram constantemente arrastadas pelo forte conjunto de avançados lousanenses e nos alinhamentos onde estes estiveram perfeitos, não perdendo um único em todo o encontro.

Aos 40 minutos, os lousanenses aumentaram para “10-0” para logo na reposição de jogo os lisboetas reduzirem para “10-3”, resultado com que chegou o intervalo.

No recomeço, houve enorme pressão do Benfica que, aproveitando uma falha de placagem empatou (10-10). Mas a expulsão com vermelho direto numa infeliz decisão do árbitro reduziu os beirões para 14 unidades.  E foi a partir daqui que, paradoxalmente, a equipa da Lousã melhorou os seus níveis de concentração e passou a dominar mais fortemente. Aos 22 minutos, empurraram uma mêlée para a área do Benfica e alcançaram o segundo ensaio (17-10). Reduziu o Benfica (17-13) com nova penalidade, mas a diferença voltou a manter-se para a Lousã (20-13), com uma outra penalidade.

 

Leia mais na edição impressa do Trevim n.º 1397

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