Votado ao abandono há mais de oito anos, o Ramal da Lousã tem as suas barreiras cobertas de uma avantajada vegetação que urge limpar. De acordo com a lei, nesta altura do ano, tão propícia a incêndios, a limpeza já deveria ter sido feita, mas conforme documenta a fotografia tirada no Alto do Padrão, as acácias, pinheiros e silvas vão ornamentando as encostas da extinta linha ferroviária. O particular que não proceder à limpeza de um terreno sujeita-se a ser autuado pela GNR, só que neste caso, a quem compete proceder ao corte das árvores que vão crescendo bem próximas de uma habitação? À Metro Mondego ou à Câmara Municipal da Lousã? Fica a pergunta, enquanto se espera que a entidade responsável seja notificada para que quem tenha casa ali perto não seja ameaçado em caso de incêndio.

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