Já tem longa data a luta da Junta de Freguesia da Lousã com a Secretaria de Estado das Florestas por causa da Casa do Estoirão, para que esta passe para as mãos da autarquia, que a pretende dotar de um bosque com sistema de clonagem de árvores com mais resiliência aos fogos florestais do que as que lá se encontram de momento. A casa florestal deixou de ser habitada na década de 80, e desde 2005 que a Junta a tenta adquirir à Direção Geral de Florestas para que a possa ceder ou vender.

Na altura, pediram 25000 euros, um valor que se entendeu ser excessivo, à qual foi feita uma contraproposta para se fazer a concessão à Câmara Municipal que a usaria através de um projeto de voluntariado jovem mas, na sequência de outras experiências menos bem sucedidas, como foi o caso do uso de uma casa florestal na Figueira da Foz, o projeto acabou por ali. Surge agora uma proposta de venda ou cedência por 40 anos. A casa serviria de centro de apoio, para ser usada pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, da Escola Superior Agrária de Coimbra e pela Universidade de Aveiro, que aí poderiam desenvolver vários projetos.

Continua na edição impressa do Trevim nº 1368

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