“O que é a inclusão? Existe inclusão na exclusão? Inclusão, exclusão, reclusão… A nós, assusta-nos a exclusão”. Estas foram algumas reflexões lançadas por Rosa Bernardo e Manuel Patrício, dois elementos do “Grupo de Autorrepresentantes” da Associação para a Recuperação de Cidadãos da Lousã (GARCIL), no primeiro encontro, realizado dia 2, no restaurante do Parque Carlos Reis.

Foi um dia de convívio entre os grupos da Lousã (ARCIL), de Vila Nova de Poiares (APPACDM) e de Penela (CERCI), que têm em comum o facto de se terem organizado para terem uma voz nas instituições de que fazem parte. O dia 2 foi um dia de convívio, mas não foi mais um dia de convívio. Houve momentos para cada um se expressar, tirar as suas dúvidas, emitir os seus comentários ou opiniões.

“Um dos objetivos destes grupos é mesmo que as pessoas percam o receio de falar”, explicou-nos Rosa Bernardo, muito satisfeita com a forma como decorreu o dia. “Foi um encontro organizado por eles e para eles”, resumiu João Canossa Dias, Diretor Técnico de Reabilitação da ARCIL que orientou as atividades, a par com a psicóloga Joana Soares.

 

Continua na edição impressa do Trevim n.º 1372

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